Como ajudar seu filho a atravessar as adversidades da infância e da adolescência e aliviar sua preocupação como mãe ou pai?
Nem sempre os desafios que uma criança ou adolescente enfrenta estão ligados apenas à escola ou à cognição. Muitas vezes, o que pesa são questões emocionais: ansiedade, insegurança, medos, sensação de não pertencimento, dificuldades de socialização, baixa autoestima.
Ver seu filho fechado, desmotivado ou sobrecarregado pode ser angustiante, mas você não precisa enfrentar isso sozinho.
Com o espaço adequado, a escuta clínica e um acompanhamento atento, é possível transformar essas dificuldades em aprendizado interno, fortalecer a autoestima e abrir caminhos mais saudáveis para o desenvolvimento emocional e psicológico.
Acompanhamento psicológico de crianças e adolescentes
Porque crescer é atravessar muitas mudanças e nem sempre é simples.
Na infância e na adolescência, os desafios vão além da escola. Ansiedade, insegurança, dificuldades de socialização, conflitos familiares, comparações e dúvidas sobre quem se é podem pesar muito. A psicoterapia é um espaço para que a criança ou o adolescente tenha voz, elabore sentimentos e descubra novas formas de lidar com suas próprias questões.
Vocês são parte essencial desse processo. Em alguns momentos, serão convidados a participar de encontros de escuta e troca, para compreender melhor os sinais, ajustar expectativas e apoiar o filho com mais clareza. Aqui não há julgamento. Há acolhimento, escuta e espaço para construção de novos caminhos.
Seu filho enfrenta dificuldades emocionais ou escolares?
Você não precisa atravessar isso sozinho.
Muitos pais se sentem inseguros diante dos sinais que a infância e a adolescência revelam. Nem sempre é apenas sobre notas ou desempenho escolar; muitas vezes, o que está em jogo é o mundo emocional.
- Preocupado ao ver seu filho desmotivado, sem vontade de aprender ou participar?
- Sem saber como apoiá-lo diante da ansiedade, do medo de errar ou de frustrações?
- Cansado de tentativas que não parecem trazer mudanças reais?
- Sobrecarregado pelas cobranças da rotina, sem enxergar um caminho claro?
- Ansiedade, insegurança e medo constante de errar.
- Dificuldade em se concentrar, manter rotina ou lidar com tarefas.
- Baixa autoestima e sentimento de não pertencimento.
- Problemas de socialização ou isolamento dos colegas.
- Frustração diante de desafios, cobranças ou comparações.
A psicoterapia é um espaço para que crianças e adolescentes possam elaborar seus sentimentos, dar nome às suas angústias e encontrar recursos internos para enfrentar os desafios da vida escolar, familiar e social. E os pais também encontram aqui acolhimento e direção porque cuidar de um filho é também ser atravessado pelas próprias emoções.
O que pode estar por trás dessas dificuldades?
Nem sempre as dificuldades de uma criança ou adolescente são apenas sobre “aprender” ou “não aprender”. Muitas vezes, elas nascem de um mundo interno que pede voz e cuidado.
- Questões emocionais e comportamentais que atravessam o dia a dia.
- Bloqueios emocionais que afetam a confiança e o prazer de aprender.
- Ansiedade, insegurança ou medo de errar.
- Pais que se sentem perdidos diante das mudanças e não sabem como apoiar.
- Possíveis dificuldades de aprendizagem que também merecem atenção, como leitura, escrita, concentração e organização.
- Quando há espaço para escuta e acolhimento, é possível compreender o que está por trás dos sintomas, fortalecer a autoestima e abrir novos caminhos para que a criança ou o adolescente se desenvolva com mais segurança e autonomia.
Crianças e seus desafios emocionais
Crescer não é apenas aprender a ler, escrever e resolver contas. A infância também é atravessada por emoções intensas: medos, inseguranças, frustrações e a busca por pertencimento. Muitas vezes, esses sentimentos aparecem no comportamento ou no desempenho escolar, preocupando os pais.
- Ansiedade diante de provas ou atividades simples do dia a dia.
- Medo excessivo de errar ou de decepcionar.
- Dificuldade de concentração e organização.
- Baixa autoestima ou autocríticas constantes (“não sou capaz”, “nuncavou aprender”).
- Problemas de socialização: isolamento, timidez excessiva ou conflitos frequentes.
- Mudanças bruscas de humor, birras ou choro recorrente.
- Resistência à escola ou recusa em participar de atividades em grupo.
- Criar um espaço seguro para a criança expressar seus sentimentos e pensamentos.
- Ajudar a nomear e elaborar emoções, fortalecendo a autoestima e a autoconfiança.
- Apoiar o desenvolvimento de recursos internos para lidar com frustrações e desafios.
- Favorecer a autonomia e a capacidade de enfrentar situações novas.
- Aproximar pais e filhos, oferecendo momentos de escuta e compreensão mútua.
Aqui, cada criança é acolhida em sua singularidade. Não se trata de “corrigir comportamentos”, mas de entender o que eles comunicam e ajudar a transformar esses sinais em caminhos de crescimento.
Adolescentes e os desafios das escolhas
A adolescência é um período de descobertas, mas também de cobranças. Entre provas, vestibular e pressão por resultados, muitos jovens se sentem sufocados diante da expectativa de corresponder seja ao próprio ideal, seja ao desejo dos pais. Esse peso pode gerar ansiedade intensa, insegurança, sensação de fracasso e, em alguns casos, até quadros de depressão.
- Elaborar seus medos, dúvidas e expectativas.
- Diferenciar o que é seu desejo do que é projeção dos outros.
- Fortalecer sua identidade e autoestima diante das escolhas da vida adulta.
- Aprender a lidar com frustrações e cobranças de forma mais saudável.
Aqui, o objetivo não é acelerar respostas, mas acolher o processo de cada jovem, ajudando-o a encontrar sua própria voz em meio ao ruído das exigências externas.
- Compreender e elaborar emoções como ansiedade, medo e insegurança.
- Fortalecer autoestima e confiança diante dos desafios.
- Organizar estudos e rotina com mais autonomia.
- Melhorar relações com pais, amigos e professores.
- Lidar com frustrações sem se sentir paralisado.
- Encontrar recursos internos para crescer com equilíbrio.
Perguntas Frequentes
Qual o valor da consulta?
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Quantas sessões são necessárias?
O cuidado começa no singular. Na primeira consulta, avaliaremos com atenção a história do seu filho e traçaremos, em conjunto, a frequência e a abordagem mais indicadas.
Como funciona a avaliação inicial?
A primeira consulta é dedicada a compreender as dificuldades e traçar, junto com você, o caminho mais adequado para seu filho.
Transforme as dificuldades emocionais e escolares do seu filho em caminhos de amadurecimento e autoconfiança.
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